sexta-feira, 27 de março de 2020

Hora do Planeta 2020

A 28 DE MARÇO PARTICIPA NA HORA DO PLANETA EM SEGURANÇA, A PARTIR DE TUA CASA.

Este ano, estamos a enfrentar circunstâncias excepcionais, com países por todo o mundo a lidar com uma crise de saúde devido ao surto do novo Coronavírus (COVID-19).
Reconhecemos o desafio excepcional que estamos a viver e agradecemos o teu apoio enquanto tentamos redesenhar adequadamente o trabalho da Hora do Planeta.
À luz dos últimos desenvolvimentos, a equipa de organização da Hora do Planeta cancelou todos os eventos físicos e recomenda que todos os indivíduos fiquem em casa e participem da Hora do Planeta digital. Vê abaixo e explora as diferentes maneiras como podes participar a partir de casa nesta Hora do Planeta.
Não importa onde estejas no mundo, a tua voz pode causar um impacto.
Junta-te a nós e aos nossos embaixadores no dia 28 de Março, a partir das 20h00, em directo no facebook: https://www.facebook.com/events/624207945088552/



O maior movimento global contra as alterações climáticas

A Hora do Planeta, evento histórico da WWF, é um movimento global que une milhões de pessoas em todo o mundo para mostrarem o seu compromisso com o planeta. A Hora do Planeta é uma iniciativa da WWF que em nasceu 2007 em Sidney, na Austrália, quando 2,2 milhões de pessoas e mais de 2.000 empresas apagaram as luzes por uma hora numa tomada de posição contra as alterações climáticas.

10 anos depois a Hora do Planeta tornou-se num movimento de sustentabilidade global com mais de 3.5 mil milhões de pessoas em 188 países a mostrarem o seu apoio a esta causa ao desligarem simbolicamente as suas luzes.

Os principais monumentos internacionais e nacionais apagam as luzes por uma hora no último sábado do mês de Março, o número de municípios aderentes no nosso país já chegou aos 120. Este ano esperamos superar este número.

Estamos a viver uma época em que se somam os anos mais quentes da história, com fenómenos meteorológicos extremos cada vez mais frequentes e migrações populacionais devido aos efeitos das alterações climáticas, que conduzem à perda de biodiversidade.

Porque está tudo ligado, porque são duas caras da mesma moeda, a Hora do Planeta quer ligar milhões de pessoas em todo o mundo para que ajam contra as alterações climáticas e a perda de biodiversidade.

Em 2020, a Hora do Planeta pede uma vez mais a união de todos, cidadãos, municípios, empresas e organizações, para apagarem a luz. Não faltam razões para o fazermos.

Dia 28 de Março das 20:30 às 21:30, apaga a luz e liga-te ao planeta. 
Tens muitas razões para o fazer.

#ligateaoplaneta
E tu? Porque é que apagas?


(Fonte: pagina oficial wwf)

quarta-feira, 5 de junho de 2019

5 Junho - Dia Mundial do Ambiente


Sabia que aproximadamente 7 milhões de pessoas morrem prematuramente a cada ano devido à poluição do ar, sendo 4 milhões das mortes somente na região da Ásia e do Pacífico? O Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano incitará governos, indústria, comunidades e indivíduos a se unirem para explorar a energia renovável e as tecnologias verdes, bem como melhorar a qualidade do ar em cidades e regiões de todo o mundo.



A verdade é que todos falam da poluição, mas na verdade ninguém faz nada para a combater!
O poder económico é quem decide tudo, em nome de todos!
E vermos um dos maiores poluidores a serem a sede das comemorações deste dia, deixa-nos muito apreensivos quanto ao futuro deste planeta... do nosso planeta que é a nossa casa!

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Marcha Mundial do Clima




Parar o petróleo! Pelo clima, justiça e emprego!


No dia 8 de setembro, vamos juntar-nos à mobilização internacional “Rise for Climate” para exigir um mundo livre dos combustíveis fósseis, em que as pessoas e a justiça social estejam acima dos lucros.
A verdadeira liderança climática nasce a partir das bases. Isto significa ver o poder nas mãos das pessoas, em vez das corporações; significa uma vida melhor para quem trabalha e justiça para as populações mais afectadas pelos impactos das alterações climáticas e pelas actividades das petrolíferas.
Vamos marchar para exigir:
– uma transição justa e rápida para as energias renováveis;
– zero infraestruturas de combustíveis fósseis novas: nem em Aljezur, nem em Aljubarrota, nem em lugar nenhum.
LISBOA: Cais do Sodré, 17h00
PORTO: Praça da Liberdade, 17h00
FARO: Largo da Sé, 17h00


domingo, 22 de abril de 2018

Dia da Terra 2018 - Reduzir utilização de plástico

Hoje celebra-se o Dia da Terra.
Este ano, o apelo vai no sentido de se reduzir a utilização de plástico. E aí o contributo de cada um de nós também é decisivo.

O Dia da Terra, que se celebra a 22 de Abril de cada ano desde 1970, procura chamar a atenção para a necessidade da Humanidade viver em harmonia com o Planeta, visto que dele provêm todos os recursos que sustentam as sociedades e a economia.
A data foi criada em 1970, pelo senador norte-americano Gaylord Nelson que resolveu realizar um protesto contra a poluição da Terra, depois de verificar as consequências do desastre petrolífero de Santa Barbara, na Califórnia, ocorrido em 1969.

Inspirado pelos protestos dos jovens norte-americanos que contestavam a guerra, Gaylord Nelson, desenvolveu esforços para conseguir colocar o tema da preservação da Terra na agenda política norte-americana.

A população aderiu em força à manifestação e mais de 20 milhões de americanos manifestaram-se a favor da preservação da terra e do ambiente.

Este ano o mote do Dia da Terra é o da necessidade de reduzir a utilização de plástico. “A este nível têm já sido dados alguns passos importantes. Contudo, o enfoque continua a ser o das soluções de fim de linha, na melhor das hipóteses a reciclagem, quando o que é necessário, do nosso ponto de vista e corroborado pela evolução de inúmeros indicadores ambientais, é repensar o modelo de produção e consumo”, defende a associação Zero que apresenta algumas acções que cada pessoa pode desenvolver para reduzir a sua pegada ecológica.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Portugal sem fogos

É sempre bom lembrar.

domingo, 20 de novembro de 2016

Reflorestar Barcelos

Numa organização dos Amigos da Montanha e a exemplo de anos anteriores, no dia 26 de Novembro vamos plantar 2 200 árvores.
Junta-te a nós, aos Amigos da Montanha, Junta de Freguesia de Aldreu, Associação Florestal do Cávado e a muitos grupos que já confirmaram a sua presença e vem "plantar a tua árvore".
Junta o teu grupo de amigos.
Contamos convosco!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

VAI SER IMPOSSÍVEL TRABALHAR POR CAUSA DO AQUECIMENTO GLOBAL

O aquecimento global já está a ter efeitos devastadores na economia mundial, afectando a produtividade de trabalhadores por todo o mundo, mas as consequências vão agravar-se ao ponto de ser impossível trabalhar em certos locais do planeta.

A previsão é de um relatório divulgado pela ONU esta terça-feira, que vaticina que a economia mundial pode perder mais de dois mil milhões de dólares (1.800 milhões de euros) até 2030 devido à perda de produtividade provocada pelo aquecimento global.
De acordo com a Fundação Reuters, tornar-se-á impossível trabalhar em algumas partes do mundo devido às altas temperaturas, de acordo com o relatório da ONU que refere que se espera uma queda do PIB em 43 países.
A ONU prevê que, em 2030, o PIB da Indonésia e da Tailândia sofra quedas de 6%, na Índia de 3,2% e na China de 0,8%, em consequência da falta de produtividade.
“As condições climáticas actuais nas zonas tropicais e sub-tropicais do mundo são já tão quentes durante as estações quentes que os efeitos na saúde no trabalho já se verificam e a capacidade de trabalho de muitas pessoas é afectada”, refere o autor do estudo e director do Fundo Internacional de Saúde e Ambiente (HEIT), Tord Kjellstrom, citado pela Reuters.
No sudeste da Ásia, estamos a falar, já no presente, da perda de até 20% de horas anuais de trabalho e até 2050, esse valor pode duplicar à medida que os efeitos do aquecimento global se agravam, segundo prevê o relatório.
O aumento crescente das horas de descanso vai tornar-se “um problema significativo”, nota ainda Kjellstrom, antecipando que as alterações climáticas vão tornar os dias cada vez mais quentes e criar maiores períodos de calor excessivo.
Os trabalhadores mais mal remunerados, os que efectuam tarefas manuais, agrícolas e fabris, são os que arriscam maior exposição ao calor e, logo, consequências maiores em termos de saúde e de economia.
Kjellstrom desafia assim os países a tomarem medidas imediatas e decisivas contra o aquecimento global.
“O falhanço provocará a frequência e intensidade dos desastres com agravamento considerável para lá de 2050 e a situação no final deste século, será especialmente alarmante para as pessoas mais pobres do mundo”, avisa.

Junho foi o mês mais quente da História moderna

As temperaturas têm subido de forma drástica nos últimos tempos e 2015 foi o ano mais quente de sempre desde que se começaram a registar os dados, no século XIX.
Um ano tão quente que fica também, associado ao pior El Niño de sempre que ainda está a ter reflexos por todo o mundo, nomeadamente no Pólo Norte, que está 30 graus mais quente.
O último mês foi o Junho mais quente na História moderna, marcando o 14º mês consecutivo de recordes de registos de calor, anunciou a Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA) dos EUA.
“A temperatura média global sobre superfícies terrestres e oceânicas em Junho de 2016 foi a maior dos meses de Junho no registo de dados de temperatura do NOAA, que remonta a 1880″, disse a agência num comunicado.
“Isto marca o 14º mês consecutivo em que o registo de temperatura global foi quebrado, a maior sequência num registo de 137 anos”, lê-se também no documento.
(Fonte: ZAP / Lusa)