Bastaram uma "vassouradas" aos que deitavam lixo para o chão e aqueles que se enganavam na separação dos resíduos. Tudo a brincar, claro!
quarta-feira, 9 de março de 2011
Os Amigos da Natureza de Creixomil no Carnaval de Barcelos
Bastaram uma "vassouradas" aos que deitavam lixo para o chão e aqueles que se enganavam na separação dos resíduos. Tudo a brincar, claro!
segunda-feira, 7 de março de 2011
Desfil de Carnaval

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Hora do Planeta 2011

Desde a sua criação em 2007, como uma iniciativa de uma única cidade (Sidney), a Hora do Planeta tornou-se um espantoso movimento voluntário global onde centenas de milhões de pessoas de todos os continentes se juntam para reconhecer a importância de proteger o nosso planeta.
Inspirada em milhares de histórias de pessoas que levam as suas acções além do simbolismo de apagar as luzes por uma hora, a Hora do Planeta 2011 desafia indivíduos, empresas e governos em todo o mundo a acrescentarem mais ao apagão anual e mostrarem de que forma estão a tomar medidas no seu dia-a-dia para proteger o nosso Planeta.
Na Hora do Planeta 2011, pede-se ao mundo que:
Partilhe histórias e acções que beneficiam o planeta em wwf.pt ou na página do Facebook da WWF em Portugal;
Vá para além da hora – encetando acções sustentáveis numa base diária;
"O crescimento da Hora do Planeta nestes quatro anos veio provar que centenas de milhões de pessoas querem fazer mais para proteger seu planeta", afirmou Andy Ridley, co-fundador e director executivo da Hora do Planeta.
"Quer se trate de uma criança que seja capaz de, com o seu testemunho, mudar uma sala de aula; ou de um presidente de um país que desafia os seus cidadãos para esta mudança; indivíduos, organizações e governos em todos os lugares do mundo são convidados a apagar suas luzes na Hora do Planeta 2011 e a comprometerem-se com iniciativas para além da hora", disse Andy.
Em Fevereiro, em earthhour.org vai ser lançada uma plataforma que permitirá aos participantes partilhar histórias do que estão a fazer ou a planear fazer para marcar a diferença relativamente à protecção do nosso Planeta no ano seguinte; mostrando que não importa quão grandes ou pequenas as nossas acções sejam, mas antes o que essas acções podem representar para o Planeta.
A Hora do Planeta 2010 foi a maior acção voluntária contra o aquecimento global da nossa história, com 128 países e mais de 4.500 cidades em todo o mundo a apagarem as suas luzes por esta causa. A Hora do Planeta 2011 verá novamente centenas de milhões de pessoas em todos os continentes a unirem-se para celebrar um compromisso inequívoco com o planeta, desligando suas luzes por uma hora e a irem além dessa hora.
A contagem decrescente para a Hora do Planeta 2011 já começou; esta iniciativa tem visto alguns dos monumentos e paisagens mais conhecidas do mundo, incluindo a Cidade Proibida, Torre Eiffel, o Palácio de Buckingham, a Golden Gate Bridge, Table Mountain, o Cristo Redentor, Ponte 25 de Abril, Cristo Rei e Sydney Opera House, a desligarem as suas luzes numa celebração global da única coisa que nos une a todos - o Planeta Terra.
Em Portugal a Hora do Planeta é celebrada desde 2009; em 2010 foram 24 cidades e duas vilas portuguesas e centenas de monumentos e ícones nacionais que celebraram a Hora do Planeta; Este ano “a WWF espera que este número cresça e que muitas cidades e portugueses se juntem a este movimento global e inspirados nesta acção simbólica que é a de apagar as luzes por uma hora, no seu dia-a-dia façam mais pela protecção do nosso Planeta” diz Ângela Morgado da WWF.
Fonte: WWF
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Dia Mundial das Zonas Húmidas
No dia 2 de Fevereiro de 2011, Equuspolis, na Golegã, o ICNB / DGAC ZH - Reserva Natural do Paul do Boquilobo (RNPB), com o apoio da CM da Golegã, comemora o Dia Mundial das Zonas Húmidas, que, em 2011, tem como tema “Florestas, a água e as Zonas Húmidas”.
A sessão de abertura tem início às 10:15 h, seguida de duas comunicações e às 11h45 será inaugurado o espaço da RNPB no Equuspolis.
Faça o download do programa aqui.
O dia 2 de Fevereiro foi designado Dia Mundial das Zonas Húmidas pelo Comité Permanente da Convenção de Ramsar, em comemoração da assinatura da Convenção sobre Zonas Húmidas em Ramsar, Irão, a 2 de Fevereiro de 1971, pelo que, este ano se celebra o seu 40º aniversário. Este dia tem vindo a ser comemorado, anualmente, desde 1996 em diversos países inscritos na Convenção e, em Portugal, desde 1998.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Floresta Laurissilva da Madeira, Património Mundial Natural da UNESCO

Compõe-se de árvores como o til (Ocotea foetens), o loureiro (Laurus novo canariensis), o vinhático (Persea indica), o folhado (Clethra arbórea) e o pau branco (Picconia excelsa), bem como de musgos e muitos outros arbustos como as urzes (Erica scoparia ssp maderensis e Erica aborea), a uveira da serra (Vaccinium padifolium) e o azevinho (Ilex perado ssp perado). Entre as plantas herbáceas há a destacar as leitugas (Sonchus pinnatus), o piorno (Genista tenera), o goivo da serra (Erysimum bicolor), a ameixieira de espinho (Berberis maderensis) e a raríssima orquídea da serra (Dactylorhiza foliosa), única no Mundo.
Ao nível da avifauna destacam-se raras espécies como o pombo trocaz (Columba trocaz), espécie endémica exclusiva da Ilha da Madeira, a freira da Madeira (Pterodroma madeira), o francelho (Falco tinnunculus canariensis), o tentilhão (Fringila coelebs maderensis) e o bisbis (Regulus ignicapillus maderensis).
Sendo considerada uma relíquia viva, a quase totalidade da sua área de ocorrência está incluída no Parque Natural da Madeira com o estatuto máximo de Reserva Integral.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Boas novas para o salmão, a lontra e a faia

A flora e a fauna da Europa estão mais bem protegidas do que nunca na história da União Europeia. A Natura 2000 – rede europeia de zonas naturais protegidas – foi ampliada em quase 27 000 quilómetros quadrados, com o impressionante acréscimo de mais de 17 500 quilómetros quadrados de zonas marinhas, o que melhora a protecção de muitas espécies em perigo. A Natura 2000 abrange actualmente quase 18% da massa terrestre e mais de 130 000 km² dos mares da UE. Os principais países envolvidos nesta última expansão são a República Checa, a Dinamarca, a França, a Espanha e a Polónia. A Natura 2000 é a arma basilar na batalha da Europa para travar a perda de biodiversidade e salvaguardar serviços ecossistémicos.
«Protegendo a natureza, protegemo-nos a nós próprios», declarou Janez Potočnik, Comissário Europeu do Ambiente. «A Natura 2000 é como um seguro de vida, salvaguardando a resiliência da natureza e garantindo-nos um relacionamento sustentável com o mundo natural de que dependemos. É-me particularmente grato testemunhar esta protecção acrescida de 17 500 km² dos nossos mares.»
O que é a Natura 2000?
A Natura 2000 é uma vasta rede de zonas de conservação da natureza criada para garantir a sobrevivência das espécies e habitats mais valiosos e ameaçados da Europa. Esta última expansão acrescenta 739 sítios, com uma área de quase 27 000 quilómetros quadrados, aos cerca de 26 000 que a rede compreende. Os sítios marinhos, com uma área superior a 17 500 km² e localizados sobretudo em França, Dinamarca e Espanha, constituem mais de metade do acréscimo.
Entre os novos sítios marinhos incluídos na região atlântica, figura uma faixa de 680 km² no estuário do Loire que alberga importantes recifes e bancos de areia de águas frias, viveiro de peixes juvenis e escala vital nas longas migrações de espécies como o salmão-atlântico (Salmo salar) e o sável (Alosa alosa). Também a Dinamarca acrescentou sítios marinhos de grandes dimensões, como o Sydlige Nordsø, designado para a conservação da toninha-comum (Phocoena phocoena). O novo contributo da Espanha para a rede de sítios marinhos é El Cachucho, um extenso baixio e monte submarino localizado no Mar Cantábrico, ao largo da sua costa norte, que alberga uma excepcional diversidade de vida marinha, incluindo várias esponjas gigantes recentemente descobertas.
A expansão reforçará igualmente a protecção de uma série de valiosos habitats terrestres, desde faiais de montanha e prados floridos na República Checa até vastos lagos e zonas húmidas na Polónia. Estes habitats constituem um refúgio vital para muitas das espécies mais raras e ameaçadas da Europa, como a lontra (Lutra lutra), o cágado-de-carapaça-estriada (Emys orbicularis) e a borboleta da espécie Maculinea teleius.
A filosofia subjacente à rede é que o homem deve colaborar com a natureza. Actividades como a agricultura, o turismo, a exploração florestal e o lazer podem prosseguir no interior da rede, desde que sejam sustentáveis e em harmonia com o ambiente natural.
Os Estados-Membros escolhem os seus sítios Natura 2000 em parceria com a Comissão, que, uma vez seleccionados, os reconhece formalmente como «sítios de importância comunitária», como hoje aconteceu. Este processo confirma o estatuto formal dos sítios e cimenta as obrigações relativas à sua protecção. Os Estados-Membros têm então seis anos para instituir as medidas de gestão necessárias.
A gama de zonas protegidas é vasta, desde prados até complexos de grutas e lagunas. As nove regiões biogeográficas da rede traduzem a riqueza da biodiversidade na UE.
Porque é importante?
A biodiversidade – o recurso limitado que é a variedade da vida na Terra – encontra-se em crise. Desaparecem espécies a um ritmo sem precedentes, em resultado da actividade humana, com consequências irreversíveis para o nosso futuro. A União Europeia está a combater este fenómeno e recentemente estabeleceu um novo objectivo: travar a perda de biodiversidade na Europa até 2020, protegendo serviços ecossistémicos como a polinização (e reconstituindo-os onde eles se encontrem degradados), bem como intensificando o seu contributo para a prevenção da perda de biodiversidade à escala mundial. A Natura 2000 é um instrumento fundamental para lograrmos este objectivo.
O que mais contêm os novos acréscimos?
A última actualização envolve quinze Estados-Membros e aumenta o número de «sítios de importância comunitária» em 739. Os acréscimos recentes abrangem seis regiões biogeográficas – alpina, atlântica, boreal, continental, mediterrânica e panónica. Incluem 459 novos sítios na Polónia, representando uma área total de 8 900 km², com vários lagos e sistemas fluviais importantes, bem como as planícies aluviais e florestas naturais que lhes estão associadas. A República Checa acrescentou 229 sítios, entre os quais zonas preciosas de faial natural e de pradaria que albergam uma grande riqueza de fauna e de flora.
Nota: Além dos novos sítios, as listas actualizadas incluem também pequenas modificações dos sítios existentes, como adaptações das respectivas zonas de localização. Em consequência, pode não ter havido alteração global no número de sítios, mas sim na área total abrangida pela rede.
Para dados circunstanciados sobre as listas completas, com as actualizações mais recentes, consulta o link:
Fonte: europa
domingo, 2 de janeiro de 2011
2011 é ano Internacional das Florestas!

Sabias que as florestas cobrem 31% de toda a área terrestre do planeta e têm responsabilidade directa na garantia da sobrevivência de 1,6 biliões de pessoas e de 80% da biodiversidade terrestre.?
Pela enorme importância que têm para o planeta, elas merecem ser mais preservadas e valorizadas e, por isso, a ONU declarou que 2011 será o Ano Internacional das Florestas, Segundo dados do Pnuma – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, as florestas representam 31% da cobertura terrestre do planeta, servindo de abrigo para 300 milhões de pessoas de todo o mundo e, ainda, garantindo, de forma directa, a sobrevivência de 1,6 biliões de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre.
As florestas são capazes de movimentar cerca de 327 biliões de dólares todos os anos, mas infelizmente as actividades que se baseiam no abate indiscriminado de árvores e na destruição completa das matas ainda são bastante comuns em todo o mundo.
A ideia é promover durante os próximos 12 meses acções que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de floresta do planeta, mostrando a todos que a exploração das matas sem um planeamento sustentável pode causar uma série de prejuízos para o planeta. Entre eles:
- o agravamento das mudanças climáticas;
- a perda da biodiversidade;
- o incentivo a actividades económicas ilegais, como a caça de animais de espécies protegidas;
- a ameaça à própria vida humana.
Neste ano Internacional das Florestas vamos todos contribuir, um pouquinho que seja, para a conservação das florestas (grandes ou pequenas). Elas que são os pulmões deste planeta, que é o nosso!
A divulgação desta mensagem, como forma de sensibilização, pode ser o teu primeiro passo!